No me entierren en sagrado v19

IGR: 0101. Versión: 19. Rima: á-o. Hemistiquios 4.

Brenha (c. Figueira da Foz, dist. Coimbra, Beira Litoral, Portugal)

O mal de amores não tem cura,    que é um mal desesperado,
quem morre do mal de amores,    não se interra em sagrado.

Bibliografía:
Recitada por una lavadora. Recogida en 1910. Publicada en Martha - Pinto 1910, 217-218. Reeditada en RºPortTOM 2001, vol. 2, nº 555, p. 225. © Fundação Calouste Gulbenkian.