Conde Niño v113

IGR: 0049. Versión: 113. Rima: á. Hemistiquios 18.

N/A (facticia)* (Portugal)

`Inda não é de manhã,    começa a campa a dobrar.
`Inda não é meio-dia,    vão ambos a degolar.
Ao toque de avé-marias    foram ambos a enterrar:
a infanta no altar-môr,    o outro à porta principal.
Na cova da bela infanta,    nasce uma árvore real;
na cova de Girinaldo,    nasceu um lindo rosal
e com os ramos que deitavam    foram-se logo abraçar.
El-rei que aquilo viu    mandou-os logo cortar;
a rainha que tal viu    caía logo mortal.

Otros datos:
Nota del editor de RºPortTOM 2001: Versos de "O Conde Ninho", presentes na versão manuscrita de Almeida Garrett do romance "Gerinaldo" [`Cancioneiro de Romances Xácaras e Solaos].

Bibliografía:
Recogido antes de 1851. Publicada en ms. de Almeida Garrett, incluido en el `Cancioneiro de Romances Xácaras e Solaos`, depositado en la sala Ferreira Lima de la Fac. de Letras de la Universidad de Coimbra, p. 179. Reeditada en RºPortTOM 2001, vol. 2, nº 460a, p. 150. © Fundação Calouste Gulbenkian.